Em entrevista concedida ao jornal 87 FM, o Rio Grande do Norte em pauta, hoje, 15 de outubro, o vice-prefeito da cidade de São Gonçalo do Amarante falou sobre a infância, sobre sua adolescência e essa fase de amadurecimento até a vice-prefeitura.
"Foi uma longa caminhada, disputei sete campanhas para vereador, na sétima obtive êxito. Nesse percurso, fui chefe do executivo, secretário de cultura e lazer, e secretário de esporte, uma das bandeiras de campanha. Muito embora o que me fez acreditar ir ser útil como político foi o projeto de sortear uma loja, um ponto comercial ou algo parecido, mas que agregasse o crescimento do pequeno comerciante da minha cidade. Esse projeto que aprovei quando vereador foi o que fez com que minha carreira política tomasse um novo rumo, minha visão sobre o pequeno comerciante que vive do pequeno comércio para dar sustento à família foi minha projeção maior como político. Acertei, mas tudo isso porque fui um pequeno comerciante, já que vendia roupas que minha mãe, dona Júlia, confeccionava e também passava o jogo do bicho. Daí para frente, tudo ocorreu de forma maravilhosa na minha vida."
Falou ainda do seu apoio a cultura. "Meu envolvimento com quadrilhas juninas, com o forró de dona Júlia e o bloco carnavalesco da minha irmã, me fez conhecido em Jardim Lola e no município de São Gonçalo do Amarante."
Flávio, na entrevista, ainda disse que seu primeiro ano como vereador foi frustrante e muito pesado. Perguntei por quê? "Eram muitos pedidos de emprego, como se eu tivesse obrigação de empregar quem votou em mim. Fiquei muito magoado e decepcionado, porque não prometi emprego a ninguém, não é fácil ser político, principalmente quando se inicia um primeiro mandato."
"Em resumo, agora estou em paz como político, sei o que o povo precisa e vou me doar 24 horas por dia para atender aos que precisam, porque governo é para trabalhar para os pobres." Finalizou, Flávio.

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