O ministro da Saúde, Arthur Chioro, chamou
repórteres às pressas no final da tarde desta 5ª feira (27.ago.2015). Queria
defender a volta do imposto do cheque para financiar a saúde pública no país. O
ministro disse que o SUS só continuará viável com a criação de um imposto
similar à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF),
extinta em 2007. “A viabilidade do sistema único de saúde, do sistema público,
universal e gratuito, passa por esse debate (da CPMF). E fora disso, é barbárie.
Porque entregar os setores mais fragilizados da sociedade simplesmente à regra
de mercado, a gente sabe o que vai dar”, disse ele, durante uma conversa com
jornalistas. O ministro destacou que a falta de dinheiro na saúde pública tem
se agravado desde o fim da CPMF. Chioro estimou que, em 2015, o imposto
significaria R$ 80 bilhões a mais para esse setor. Em 2014, União, Estados e
municípios gastaram R$ 215 bilhões com a saúde. Foto: Divulgação
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
“A culpa não é do Governo Robinson Faria”, diz promotor Geraldo Rufino
"A culpa da situação dos presídios não é do
Governo Robinson Faria”. A declaração foi dada pelo promotor de Justiça Geraldo Rufino que pontuou que a realidade
vivenciada não é fato novo e todos os governos já prometeram mudar o cenário, ficam escandalizados com a situação, mas
ainda não conseguiram mudar o desfecho desta triste realidade. Foto: Divulgação
Contas do governo têm pior resultado para julho em 19 anos
As contas
do governo registraram em julho um déficit primário (receitas menos despesas,
sem contar juros da dívida pública) de R$ 7,22 bilhões, informou a Secretaria
do Tesouro
Nacional nesta quinta-feira (27). De acordo com dados oficiais,
trata-se do pior resultado, para este mês, desde o início da série histórica da
instituição, em 1997, ou seja, em 19 anos. Em julho do ano passado, as contas
do governo haviam registrado déficit de R$ 2,21 bilhões. Já nos sete primeiros
meses deste ano, o governo informou que foi contabilizado um déficit de R$ 9,05
bilhões. Foi a primeira vez, desde o início da série histórica, em 1997, que as
contas do governo tiveram resultado negativo para o período de janeiro a julho.
Em igual período do ano passado, foi registrado um superávit de R$ 15,14 bilhões,
de acordo com números do Tesouro Nacional. Até então, o pior resultado para o
período havia ocorrido em 1997 (superávit de R$ 3 bilhões).
Ministério Público eleitoral dá parecer favorável à criação do partido de Marina
A
Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) um parecer favorável ao registro da Rede Sustentabilidade como partido
político. A agremiação política foi idealizada pela ex-senadora Marina Silva,
que disputou as eleições presidenciais de 2014 pelo PSB após a morte de Eduardo
Campos, há um ano. No documento encaminhado ao TSE, o vice-procurador-geral
eleitoral, Eugênio Aragão, entende que o grupo conquistou a quantidade mínima necessária
de assinaturas e que, por isso, deve ter o pedido de registro aceito pela
Corte. Para o procurador, a Rede não se enquadra na nova legislação, válida a
partir deste ano, que dificultou o processo de criação e fusão de partidos. A
partir de agora, devem ser aceitos apenas os apoios apresentados por eleitores
que não possuem filiação partidária. Foto: Divulgação
STF vê fragilidade ‘sem precedente’ de Dilma após TSE abrir ação de cassação
Nunca antes Ministros do STF e
o Palácio do Planalto reagiram com perplexidade diante da abertura da ação de
cassação de mandato contra Dilma Rousseff pelo TSE (Tribunal Superior
Eleitoral). Ministros do Supremo que não atuam na Justiça Eleitoral avaliaram
que a fragilidade política de Dilma é “sem precedentes”. A cozinha do governo
foi pega de surpresa com a maioria pró-investigação, apesar de a ministra
Luciana Lóssio ter pedido vista –prazo com o qual auxiliares da presidente
contavam. Foto: Folha
Senado impede gastos para estados e municípios sem fonte de receita
O Senado
aprovou nesta quarta-feira (26), por unanimidade, proposta de emenda à
Constituição (PEC) que proíbe a União de criar despesas aos demais entes
federados sem prever a transferência de recursos para o custeio. A PEC 84/2015,
da senadora Ana Amélia (PP-RS), atende a uma reivindicação de estados
municípios, que alegam não ter como arcar com alguns programas criados pela
União. O texto, aprovado em dois turnos, segue para a Câmara dos Deputados. Foto: Divulgação
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